Não existe facilidade maior na vida do que interessar-se por tudo que não exige esforço. Muito cômodo e prático. O que não está à nossa frente, com todas as simplicidades, nem sempre nos interessa. É em virtude disto que tem uma máxima dita no país que emprego está difícil no país, mas trabalho não falta.
É cômodo arranjar um emprego, ganhar seu salário todo final de mês e que se dane o resto.” Eu quero é meu salário”. Vejo uma multidão de pessoas reclamando sobre as condições econômicas do país que não lhes oferece tais empregos. Muitos profissionais recém saídos das faculdades , com o passar do tempo não conseguem a estabilidade do emprego e ficam perambulando reclamando das dificuldades do mercado de trabalho.
Nos últimos anos, aumentou consideravelmente o numero de pessoas, com curso superior que sonham em passar em um desses concursos de empregos públicos oferecidos. Chegando ao ponto de encontrarmos centenas de livros sobre esses concursos em bancas de revistas e nos camelôs. Não são poucos os que querem a todo o custo uma boa teta para mamarem. Cômodo e prático. Arranja-se um emprego passando numa prova de conhecimentos, garante o dinheiro certo, bate o cartão e pronto, está realizado o sonho de “consumo”.
É uma pena que tais concursos são de prováveis conhecimentos teóricos. O correto seria que os candidatos fossem admitidos pelas qualificações profissionais, uma prova pratica para avaliar o potencial do candidato em ser um profissional que fosse capaz de prestar melhores serviços à sociedade e desenvolver continuamente as suas qualificações.
O emprego do bate cartão vai alocando pessoas pelo simples fato de terem sido aprovados em uma prova, e a sociedade tem que arcar com um custo de um profissional, que na maioria das vezes não tem a eficiência que necessitaria e justificaria o pagamento do seu salário.
Na iniciativa privada também tem os empregos que todos buscam. Mas nesse setor a prova de conhecimentos é mais abrangente. Ganhará a vaga o que estiver mais qualificado para trazer na forma de retorno real os benefícios necessários à empresa e aos seus clientes. “Aï pegou!!! Ruim hein? Ter que trabalhar de verdade e mostrar competência é difícil. Caramba! “
Então, trabalho não falta, o que falta mesmo são profissionais qualificados ou ao menos dispostos a se qualificarem.Falta interesse, empenho, disposição para se entregarem com ardor buscando primeiro o conhecimento e aprimoramento para posteriormente vir a recompensa.
Comumente novos profissionais entram em seus serviços já pensando em aumentos ou imaginando não serem bem remunerados pela função que exercem. Poucos refletem sobre a qualidade do serviço prestado ou preocupam em avaliar suas condutas e resultados ou mesmo em primeiro mostrar serviço e somente um tempo depois aguardar o reconhecimento.
Esse sistema de encontrar facilidades, de receber e ficar por isso mesmo já está quase falido, somente não caiu em desuso por força do poder publico que não se preocupa com qualificação, afinal quem paga os salários são os contribuintes. E vai se perpetuando a má qualidade em tais serviços.
Essa característica de facilidades aliada a pouca competência e muito desinteresse também se encontra presente no universo das pessoas que Operam Bolsa de Valores.
Quando o Mercado é de alta, mais e mais pessoas vão se ingressando nessa roda viva que é a bolsa. Todos querem lucro fácil. Querem comprar e ver o dinheiro rendendo como se fosse uma nascente de rio, um minador. Muito cômodo e fácil não?
Mas na Bolsa a parada é outra. Na Bolsa não há perdão para os menos experientes e muito menos é permitido que os desqualificados prosperem sem o devido conhecimento.
Existe um movimento nítido nesse Mercado, quando é dia de alta forte ou dias de alta seguidos, muitos se interessam em entrar para investir e especular. É a síndrome do dinheiro fácil. Quando a Bovespa está em tendência de alta, e é evidenciada na mídia, aparece uma multidão de novos investidores.
Mas..... basta a Bolsa cair alguns dias e essa mesma multidão desaparece. É o dinheiro difícil.
Sempre digo em meus artigos, que se deve ficar de fora do mercado em dias de queda forte. Que é aconselhável estar fora do Mercado por alguns dias de baixa forte.Mas nesse caso, faz parte da estratégia. Isso não quer dizer que deverá ficar ausente dos estudos, da observação, do aprimoramento. A menos é claro que esteja de férias ou dando um tempo de forma consciente e necessária.
O grande erro é desejar entrar na alta, sair na baixa, sem conhecimento para operar em nenhuma das pontas e não buscar o aprimoramento.
Geralmente o que é bom custa caro. O bom emprego, a boa remuneração, os bons lucros.....
Até um bom parceiro (a) custa caro. Quanto mais bem sucedido for uma pessoa, em todos os aspectos, maior a exigência para encontrar um par à sua altura.
A situação é tão verdadeira, que em momentos de crises, os fóruns ficam mais vazios, os analistas técnicos dão menos cursos, as corretoras vêem minguar a quantidade de ordens nos seus HBs, e todo o processo sofre com a diminuição dos interessados.
Ora, quando a turma do dinheiro fácil voltar, estará competindo com os que ficaram, observaram e aprenderam ainda mais como Operar Mercados de baixa ou de alta. Enquanto o oportunista de carteirinha que busca dinheiro fácil está fora por força do desinteresse em aprimorar conhecimentos, os mais qualificados então aprimorando suas técnicas. E são esses que continuam, ainda que operando menos, ainda assim dando continuidade nos estudos, que serão os vencedores com o passar dos anos.
O sucesso não é para quem tem emprego, e sim para quem trabalha.
Sem dedicação não há como prosperar. Conhecimento ainda é a base de todo o sucesso na vida. E não se consegue acumular conhecimento sem desprender tempo e empenho.
A Bolsa não é uma repartição publica. Nela os menos experientes que desejam ganhar sem estarem qualificados, trazendo para o Mercado Acionário essa cultura do receberem sem fazer o dever de casa corretamente, acabam deixando para os bons profissionais e mais dedicados, parte do capital que ingressaram na Bolsa.
Sem perseverar não se alcança o sucesso.
É cômodo arranjar um emprego, ganhar seu salário todo final de mês e que se dane o resto.” Eu quero é meu salário”. Vejo uma multidão de pessoas reclamando sobre as condições econômicas do país que não lhes oferece tais empregos. Muitos profissionais recém saídos das faculdades , com o passar do tempo não conseguem a estabilidade do emprego e ficam perambulando reclamando das dificuldades do mercado de trabalho.
Nos últimos anos, aumentou consideravelmente o numero de pessoas, com curso superior que sonham em passar em um desses concursos de empregos públicos oferecidos. Chegando ao ponto de encontrarmos centenas de livros sobre esses concursos em bancas de revistas e nos camelôs. Não são poucos os que querem a todo o custo uma boa teta para mamarem. Cômodo e prático. Arranja-se um emprego passando numa prova de conhecimentos, garante o dinheiro certo, bate o cartão e pronto, está realizado o sonho de “consumo”.
É uma pena que tais concursos são de prováveis conhecimentos teóricos. O correto seria que os candidatos fossem admitidos pelas qualificações profissionais, uma prova pratica para avaliar o potencial do candidato em ser um profissional que fosse capaz de prestar melhores serviços à sociedade e desenvolver continuamente as suas qualificações.
O emprego do bate cartão vai alocando pessoas pelo simples fato de terem sido aprovados em uma prova, e a sociedade tem que arcar com um custo de um profissional, que na maioria das vezes não tem a eficiência que necessitaria e justificaria o pagamento do seu salário.
Na iniciativa privada também tem os empregos que todos buscam. Mas nesse setor a prova de conhecimentos é mais abrangente. Ganhará a vaga o que estiver mais qualificado para trazer na forma de retorno real os benefícios necessários à empresa e aos seus clientes. “Aï pegou!!! Ruim hein? Ter que trabalhar de verdade e mostrar competência é difícil. Caramba! “
Então, trabalho não falta, o que falta mesmo são profissionais qualificados ou ao menos dispostos a se qualificarem.Falta interesse, empenho, disposição para se entregarem com ardor buscando primeiro o conhecimento e aprimoramento para posteriormente vir a recompensa.
Comumente novos profissionais entram em seus serviços já pensando em aumentos ou imaginando não serem bem remunerados pela função que exercem. Poucos refletem sobre a qualidade do serviço prestado ou preocupam em avaliar suas condutas e resultados ou mesmo em primeiro mostrar serviço e somente um tempo depois aguardar o reconhecimento.
Esse sistema de encontrar facilidades, de receber e ficar por isso mesmo já está quase falido, somente não caiu em desuso por força do poder publico que não se preocupa com qualificação, afinal quem paga os salários são os contribuintes. E vai se perpetuando a má qualidade em tais serviços.
Essa característica de facilidades aliada a pouca competência e muito desinteresse também se encontra presente no universo das pessoas que Operam Bolsa de Valores.
Quando o Mercado é de alta, mais e mais pessoas vão se ingressando nessa roda viva que é a bolsa. Todos querem lucro fácil. Querem comprar e ver o dinheiro rendendo como se fosse uma nascente de rio, um minador. Muito cômodo e fácil não?
Mas na Bolsa a parada é outra. Na Bolsa não há perdão para os menos experientes e muito menos é permitido que os desqualificados prosperem sem o devido conhecimento.
Existe um movimento nítido nesse Mercado, quando é dia de alta forte ou dias de alta seguidos, muitos se interessam em entrar para investir e especular. É a síndrome do dinheiro fácil. Quando a Bovespa está em tendência de alta, e é evidenciada na mídia, aparece uma multidão de novos investidores.
Mas..... basta a Bolsa cair alguns dias e essa mesma multidão desaparece. É o dinheiro difícil.
Sempre digo em meus artigos, que se deve ficar de fora do mercado em dias de queda forte. Que é aconselhável estar fora do Mercado por alguns dias de baixa forte.Mas nesse caso, faz parte da estratégia. Isso não quer dizer que deverá ficar ausente dos estudos, da observação, do aprimoramento. A menos é claro que esteja de férias ou dando um tempo de forma consciente e necessária.
O grande erro é desejar entrar na alta, sair na baixa, sem conhecimento para operar em nenhuma das pontas e não buscar o aprimoramento.
Geralmente o que é bom custa caro. O bom emprego, a boa remuneração, os bons lucros.....
Até um bom parceiro (a) custa caro. Quanto mais bem sucedido for uma pessoa, em todos os aspectos, maior a exigência para encontrar um par à sua altura.
A situação é tão verdadeira, que em momentos de crises, os fóruns ficam mais vazios, os analistas técnicos dão menos cursos, as corretoras vêem minguar a quantidade de ordens nos seus HBs, e todo o processo sofre com a diminuição dos interessados.
Ora, quando a turma do dinheiro fácil voltar, estará competindo com os que ficaram, observaram e aprenderam ainda mais como Operar Mercados de baixa ou de alta. Enquanto o oportunista de carteirinha que busca dinheiro fácil está fora por força do desinteresse em aprimorar conhecimentos, os mais qualificados então aprimorando suas técnicas. E são esses que continuam, ainda que operando menos, ainda assim dando continuidade nos estudos, que serão os vencedores com o passar dos anos.
O sucesso não é para quem tem emprego, e sim para quem trabalha.
Sem dedicação não há como prosperar. Conhecimento ainda é a base de todo o sucesso na vida. E não se consegue acumular conhecimento sem desprender tempo e empenho.
A Bolsa não é uma repartição publica. Nela os menos experientes que desejam ganhar sem estarem qualificados, trazendo para o Mercado Acionário essa cultura do receberem sem fazer o dever de casa corretamente, acabam deixando para os bons profissionais e mais dedicados, parte do capital que ingressaram na Bolsa.
Sem perseverar não se alcança o sucesso.
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