No mercado acionário, não é necessariamente o velocista que ganha e sim o maratonista. De nada adianta percorrer uma pequena distancia em grande velocidade, mas sim uma distancia maior em velocidade constante. Vence nas aplicações da Bolsa de Valores aquele que sabe operar regularmente com eficiência. Não importa o tipo operação, o fundamental é que no transcorrer dos meses e anos o saldo final seja positivo.
Nem sempre se ganha todas, porem ainda assim é possível em termos de operações numéricas perder mais que ganhar e ficar no lucro. Para isso no entanto é necessário ganhar mais do que perder em termos percentuais. Ou seja, maximizar lucros e minimizar perdas. Explorar o máximo de ganho na alta, entrando cedo e saindo também cedo, um pouco antes da correção maior. Do outro lado, não se deve permitir grandes perdas, sendo assim, somente com stops precisos as perdas serão percentualmente pequenas.
Como na fábula infantil, a lebre é uma ótima velocista, mas não é aplicada, permitindo o relaxamento com as suas vantagens e se acomodando com a qualidade evidente.
Já a tartaruga, visivelmente mais lenta e em desvantagem em relação ao seu adversário, somente lhe resta manter-se concentrada e em ritmo constante.
Cabe ao investidor manter a disciplina e os esforços constantes para que suas operações sejam pautadas com o rigor necessário à vitória.
Enquanto a lebre antes da competição com a tartaruga divertia-se pela sua provável vantagem, a tartaruga treinava incessantemente para melhorar o seu desempenho. Durante a corrida a lebre fez pouco caso do concorrente e brincou com ar de superioridade, já o seu oponente, a tartaruga, manteve-se concentrada e não mediu esforços para empenhar-se ao máximo até cruzar a linha de chegada como vitoriosa.
Pois que desde criança temos a oportunidade de aprender com as estórias infantis.
Como a dos três porquinhos, que enquanto dois deles na ânsia de ganhar tempo para se divertirem construíram casas mal estruturadas e tiveram no final que refugiarem na casa daquele que teve o cuidado e determinação de construir, ainda que com mais empenho, uma casa mais fortificada de tijolos. E o lobo mau não conseguiu vencer aquele que cuidou com melhor zelo da sua construção.
A preguiça a acomodação e a displicência, são faltas graves. Então, fazendo uso de termos pobres e populares, “uma coisa, é uma coisa, outra coisa é outra coisa”. Não se deve misturar e confundir “alhos com bugalhos” e nem acreditar que “Zé carroceiro seja o mesmo que Zéca roceiro”.
Quem deseja diversão, deve procurar os lugares adequados. No Mercado Acionário de nada adianta ser uma lebre velocista e perdedora, melhor se passar por uma tartaruga capaz de vencer disputas com oponentes teoricamente superiores.
Moral das estórias: DEDICAÇÃO, ESTRATÉGIA E DISCIPLINA.
São essas qualidades que tornaram em heróis das fabulas citadas a tartaruga e o porquinho Pedrito (ou cícero na primeira versão, construtor da casa de alvenaria).
Alguma semelhança com os pilares para se vencer na Bolsa de Valores e na Vida?
Nem sempre se ganha todas, porem ainda assim é possível em termos de operações numéricas perder mais que ganhar e ficar no lucro. Para isso no entanto é necessário ganhar mais do que perder em termos percentuais. Ou seja, maximizar lucros e minimizar perdas. Explorar o máximo de ganho na alta, entrando cedo e saindo também cedo, um pouco antes da correção maior. Do outro lado, não se deve permitir grandes perdas, sendo assim, somente com stops precisos as perdas serão percentualmente pequenas.
Como na fábula infantil, a lebre é uma ótima velocista, mas não é aplicada, permitindo o relaxamento com as suas vantagens e se acomodando com a qualidade evidente.
Já a tartaruga, visivelmente mais lenta e em desvantagem em relação ao seu adversário, somente lhe resta manter-se concentrada e em ritmo constante.
Cabe ao investidor manter a disciplina e os esforços constantes para que suas operações sejam pautadas com o rigor necessário à vitória.
Enquanto a lebre antes da competição com a tartaruga divertia-se pela sua provável vantagem, a tartaruga treinava incessantemente para melhorar o seu desempenho. Durante a corrida a lebre fez pouco caso do concorrente e brincou com ar de superioridade, já o seu oponente, a tartaruga, manteve-se concentrada e não mediu esforços para empenhar-se ao máximo até cruzar a linha de chegada como vitoriosa.
Pois que desde criança temos a oportunidade de aprender com as estórias infantis.
Como a dos três porquinhos, que enquanto dois deles na ânsia de ganhar tempo para se divertirem construíram casas mal estruturadas e tiveram no final que refugiarem na casa daquele que teve o cuidado e determinação de construir, ainda que com mais empenho, uma casa mais fortificada de tijolos. E o lobo mau não conseguiu vencer aquele que cuidou com melhor zelo da sua construção.
A preguiça a acomodação e a displicência, são faltas graves. Então, fazendo uso de termos pobres e populares, “uma coisa, é uma coisa, outra coisa é outra coisa”. Não se deve misturar e confundir “alhos com bugalhos” e nem acreditar que “Zé carroceiro seja o mesmo que Zéca roceiro”.
Quem deseja diversão, deve procurar os lugares adequados. No Mercado Acionário de nada adianta ser uma lebre velocista e perdedora, melhor se passar por uma tartaruga capaz de vencer disputas com oponentes teoricamente superiores.
Moral das estórias: DEDICAÇÃO, ESTRATÉGIA E DISCIPLINA.
São essas qualidades que tornaram em heróis das fabulas citadas a tartaruga e o porquinho Pedrito (ou cícero na primeira versão, construtor da casa de alvenaria).
Alguma semelhança com os pilares para se vencer na Bolsa de Valores e na Vida?
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